Última actualização: 13 May 2016.
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23-11-2017
Director: Filomena Marta
Periodicidade: Semanal

Caso Amélie: dois factos a reter.

 

Caso Amélie: dois factos a reter.
por Filomena Marta 

Facto: Amélie morreu.

Facto: a dor de Maria João Bastos não tem preço.

 

Lisboa: gata atirada para contentor do lixo

União Zoófila revela caso de extrema crueldade
por Filomena Marta

 

Foi nessa rede de tantas virtudes e tantos problemas, chamada Facebook, que a União Zoófila (UZ) revelou um caso de extrema crueldade contra um animal totalmente indefeso. Não foi nenhuma agressão, foi pior ainda.

Açores: bombeiros salvam cadela

 

Heróis na Praia da Vitória

por Filomena Marta

A Equipa de Salvamento em Grande Ângulo dos Bombeiros Voluntários da Praia da Vitória (BVPV), nos Açores, fechou o mês de Março com chave de ouro, ao resgatarem uma cadela presa num reservatório a cerca de quatro metros de profundidade.

 


“A Cadela foi encontrada por um lavrador, dentro de um reservatório de águas residuais de uma ETAR desactivada, na freguesia de Sâo Sebastião”, informou a esquipa especial dos BVPV.

 

 

Como a cadela foi parar num local totalmente inacessível é um mistério e os bombeiros já louvaram a actuação do lavrador, que prontamente accionou os meios de socorro.

 

 

O animal já foi visto por um veterinário “e permanece em casa de um dos elementos da equipa” que ficará com ela caso não apareça o dono.


Esta Equipa de Salvamento em Grande Ângulo é composta por 17 elementos com formação em Salvamento em Altura e todos os anos procede a intervenções idênticas.

 

 

Um gesto de humanidade e bondade que em tudo dignifica esta corporação açoriana.

 

 

 

 

 

 

 

 

Envenenaram cão do juiz Carlos Alexandre

 

Bart assassinado em nome da Justiça

por Filomena Marta

Se alguma dúvida havia de que o trabalho de Carlos Alexandre, já apelidado de “super-juiz”, estava a ser bem feito e na correcta direcção, ficou agora provado que o juiz está de facto a pôr o dedo em muitas feridas e a lidar com criminosos perigosos. Gente para quem matar é apenas um verbo-de-encher.

Há duas semanas o cão Bart, que tinha sido oferecido a Carlos Alexandre pelo procurador João Melo, foi assassinado com veneno para ratos, presumindo-se que a comida envenenada foi atirada para dentro do quintal da casa do juiz, onde o animal se encontrava. Segundo as notícias avançadas pelo Sol e pelo Observador, Bart ainda lutou pela vida durante cerca de uma semana, mas acabou por não resistir ao veneno.

O envenenamento é um crime cruel, mas é muitas vezes o recurso mais usado por pessoas criminosas e cobardes, que apenas têm de misturar veneno na comida que é lançada ao animal, fugindo depois, sem ter de ver a morte terrível que o animal sofre.

No caso específico de Bart, o crime vai mais longe, na medida em que o assassinato do cão é uma ameaça à vida do próprio juiz e da sua família. Carlos Alexandre já recebera ameaças antes, nomeadamente quando de um assalto à sua casa, onde foi deixada uma arma em cima da fotografia dos filhos, e depois disso pela tentativa de atropelamento da mulher.

Bart morreu em nome da Justiça. Morreu em nome da rectidão do seu dono.

E a melhor vingança para a morte de Bart é que o seu dono faça cumprir a lei e aplique Justiça, para que os criminosos não vençam.

 

 

 

 

Protector de animais morre em acidente aéreo

 

Germanwings levava um “padrinho de voo” 

por Filomena Marta

Durante algum tempo gerou-se alguma confusão no meio dos protectores de animais na sequência de pelo menos duas notícias que indicavam a morte de cinco cães, que também iam a bordo do voo da Germanwings, que se despenhou ontem nos Alpes e que partira de Barcelona com destino à Alemanha.

Uma das notícias atribuía a informação à Asociación SOS Galgos, que prontamente a desmentiu, referindo que nenhum dos seus animais protegidos seguia nesse voo. A informação que fora avançada pelo diário ABC incluía a história de uma cadela galgo de nome Lola cuja vida se salvou porque um atraso na sua vacinação impediu que seguisse no voo 4U9525.

Na verdade, a informação que deu azo a estas notícias foi publicada no blog da CocoDiseño – SOS Animales, que acabou por ficar com o acesso bloqueado ao servidor internacional pelo excesso de tráfego cibernético. O blog recebeu mais de 261 mil visitantes em apenas onze horas, ficando a CocoDiseño impedida de aceder ao blog e forçada a actualizar as suas informações através da sua página de Facebook.

A associação já emendou a mão sobre o artigo que espoletou as notícias ,“A Dusseldorf (Alemania) no solo volaban humanos” (neste momento inacessível) e refere que está em condições de confirmar que a bordo do voo despenhado ia um padrinho de voo, não referindo a sua nacionalidade. Era suposto este “padrinho de voo” acompanhar um cão da Asociación Lasa (La Sonrisa Animal), mas o animal acabou por perder o voo.

A Lasa confirma na sua página do Facebook que este jovem era alemão e que de forma solidária e voluntária realizava funções de padrinho de voo, tendo falecido na tragédia que vitimou todos os ocupantes do avião da Germawings.

“Este jovem alemão, padrinho de voo, poderia ter sido o acompanhante de uma das nossas cadelas, que tem adopção na Alemanha”, refere a Lasa no seu comunicado. “Já tínhamos feito o contacto com ele e tínhamos contemplado a possibilidade de enviá-la no voo que em que ele ia seguir ontem de regresso ao seu país.”

De facto, existiu um erro na vacinação do animal que impediu que seguisse no voo 4U9525, ficando ainda à espera de seguir para a Alemanha e para sua nova família, também com um padrinho ou madrinha de voo. Um erro que acabaria por lhe salvar a vida, mas não ao seu possível padrinho de voo, que seguiu viagem ao encontro da morte.

A cadela foi referenciada pela ABC e pela Antena 3 (que deram a notícia da morte dos animais no avião despenhado) como sendo da raça Galgo e de nome Lola, o que também não corresponde à verdade, tratando-se antes de outro animal. A galgo Lola irá para uma família de acolhimento em Barcelona.

A Lasa realça que “em homenagem ao padrinho de voo e a todas as pessoas que solidariamente se oferecem para essas funções” publicaram alguns tweets na sua conta do Twitter, simplesmente de condolências às famílias das pessoas falecidas e de reconhecimento pelo trabalho das madrinhas e padrinhos de voo, “sem cuja importante participação muitas excelentes adopções fora de Espanha não seriam possíveis”, mas nunca referindo que viajavam quaisquer animais no voo acidentado. Se o padrinho de voo, que oferecera os seus préstimos também a outras organizações, ia acompanhado de algum animal é um dado desconhecido e não confirmado por nenhuma associação espanhola.

Em anotação final é devido salientar que este tipo de comoção nasce de duas realidades: a de que as notícias de acidentes e tragédias se esquecem de mencionar a perda de vidas de animais não-humanos, relegando-os para uma estranha invisibilidade e inexistência; e a de que os assuntos que envolvem animais, ao contrário do que muitos podem pensar, incluindo os Meios de Comunicação Social, sensibilizam e comovem tanto as pessoas como a morte dos passageiros do voo 4U9525.

Muito acima de quaisquer querelas sobre vidas humanas ou não-humanas, no final tudo se resume a apenas uma trágica verdade: todos vivemos, todos sofremos, todos sangramos e todos morremos. Humanos ou não-humanos.

Pet Courrier deixa as suas condolências aos familiares e amigos dos que morreram neste terrível acidente, com uma particular menção ao jovem padrinho de voo, cujo nome desconhecemos, pela sua especial generosidade.

 

 

Funchal proíbe circos com animais

 

 

Ilha da Madeira dá lição de protecção animal ao Continente
por Filomena Marta

Num país onde os animais de circo ficaram excluídos da lei de criminalização dos maus-tratos, que entrou em vigor a 1 de Outubro de 2014, a cidade do Funchal dá uma lição de protecção animal e junta-se a dezenas de cidades do Mundo que já proibiram a exibição de animais em circos.

Viseu: GNR salva cavalo em barragem

 

 

Ronda de rotina termina em resgate
por Filomena Marta

Eram dez horas da manhã do dia 26 de Setembro e os militares da Secção de Programas Especiais do Destacamento Territorial de Mangualde seguiram para a barragem de Fagilde, em Penalva do Castelo. Não havia missão destinada, apenas desejavam observar o local para futuramente realizar uma actividade daquele destacamento.

     

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