Última actualização: 13 May 2016.
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23-11-2017
Director: Filomena Marta
Periodicidade: Semanal

México: cães de rua foram a velório

 

 

Protectora mexicana velada pelos seus protegidos

por Filomena Marta

Diz quem viu que os cães acompanharam a procissão fúnebre, entraram no velório e deitaram-se ao pé do caixão da sua protectora. As fotografias foram colocadas no Facebook e em pouco tempo a notícia tornou-se viral.

Mais do que um exemplo de fidelidade canina, este caso demonstra a percepção que os animais têm, todos os animais, do mundo ao seu redor. A senciência dos animais não é um mito e foi já admitida por cientistas de diversas áreas.

 

Austrália: Coelhos, leitões e gambás vivos usados como isco

 

Crueldade nas corridas de galgos

por Filomena Marta

Luxemburgo proíbe caça à raposa

 

 

 

 

Cerca de três mil raposas mortas por ano

Por Filomena Marta

Quando foi anunciado que o Luxemburgo ia banir a caça à raposa houve agitação no país, mas também noutros países onde a caça à raposa é permitida, e a decisão dividiu opiniões.

Entre os que estão a favor contam-se obviamente os caçadores, cujos argumentos foram prontamente refutados pelo Secretário de Estado do Ministério da Sustentabilidade luxemburguês, Camille Gira, com os factos irrefutáveis da diminuição dramática do número destes delicados animais naquele território.

Em 15 anos mais de metade da população de raposas desapareceu no Luxemburgo. Um declínio de 57% levou a que de 5802 exemplares restem hoje apenas 2504 raposas no território.

Para Camille Gira, do Partido Verde, “não há nenhuma razão objectiva” para caçar raposas. As declarações foram dadas numa conferência de imprensa no passado dia 22 de Janeiro, onde o Secretário de Estado adiantou também que matar raposas “não tem virtualmente qualquer utilidade benéfica”, pois nem sequer são utilizadas como alimento ou vestuário.

Após as caçadas são descartadas centenas de raposas mortas, que apenas serviram de alvo para um entretenimento macabro.

Todos os que alegaram a doença da raiva como desculpa para a chacina foram prontamente recordados que aquela está eliminada no Grão-Ducado há mais de dez anos.

Para Camille Gira, além de todas as razões factuais esta é uma questão de bem-estar animal também, referindo que “é errado matar cerca de três mil destas criaturas gentis por ano e depois descartá-las”.

O Secretário de Estado insiste que as directrizes do governo seriam importantes para promover uma maneira diferente de lidar com os animais. “Numa sociedade iluminada do século 21, nós, os humanos, não somos as únicas criaturas a ter sentimentos e a sentir dor”, evocou Camille Gira.

O Luxemburgo torna-se, assim, o primeiro país a banir a caça à raposa.

No entanto, o governo pretende ir mais longe e no futuro está prevista uma interdição total de caça nos bosques e florestas entre 1 de Março e 15 de Abril, sendo a caça ao javali selvagem “em terreno aberto”, portanto fora das florestas, a única excepção contemplada.

 

 

França: Novo avanço nos Direitos dos Animais

 

 

 

Animais já são considerados seres vivos

por Filomena Marta


A Assembleia Nacional francesa reconheceu ontem, 28 de Janeiro de 2015, a qualidade de “seres vivos dotados de sensibilidade” dos animais.

Apesar de o Senado discordar e ter rejeitado o diploma na semana anterior, a lei examinada ontem foi votada e aprovou em definitivo a alteração ao Código Civil, passando os animais a ser juridicamente considerados “seres vivos dotados de sensibilidade” no artigo 515-14.

O novo estatuto dos animais em França pode ser a promessa de uma revolução nos Direitos dos Animais.
A discussão que agora se levanta é sobre a aplicação e resultados práticos desta lei, que deverá não abarcar apenas os animais de estimação, como cães e gatos, ma sim estender-se aos próprios animais explorados para consumo ou entretenimento humano, como os bovinos, as galinhas de bateria, o transporte e abate de animais, a tourada, etc.

Este reconhecimento jurídico poderá não ter para já “consequências práticas no tratamento dos animais”, refere a organização L214 – Éthique & Animaux, que considera ainda que esta alteração deveria “conduzir imediatamente à interdição de práticas prejudiciais aos animais”.
Para já, é mais uma boa notícia e mais um passo na direcção certa.

 

Foto: DR

 

 

2014: novo holocausto animal no Nepal

 

 

O banho de sangue de Gadhimai
 por Filomena Marta

 

AVISO: Este artigo contém imagens reais da chacina animal do festival de Gadhimai de 2009, cortesia de Richard Plumadore.

A aritmética é simples e brutal: matar o maior número possível de animais no mais curto espaço de tempo, ou seja, o tempo em que decorre o mais sangrento “festival” do mundo. Em apenas um mês são brutalmente chacinados cerca de meio milhão de animais de criação, como búfalos de água, porcos e cabras, em “honra” de Gadhimai, a deusa do poder.

Um mês para salvar a vida de Beau

 

Cão condenado à morte por matar um pato

por Filomena Marta

 

Chama-se Beau, é um cruzamento de Golden Retriever com Pastor Alemão branco, tem dois anos e meio e estava condenado a morrer já hoje, dia 21 de Outubro, no Tennesse, Estados Unidos. O Mayor da cidade decidiu pedir mais 30 dias devido à movimentação de milhares de pessoas dos Estados Unidos e de outros países, que apelam a que o cão não seja morto e seja devolvido ao seu dono.

Espanha: Família rejeita animal que brincou com Excalibur

 

Mais um cão vítima do medo irracional

por Filomena Marta

 

Em Espanha parece estar a tornar-se flagrante que o medo irracional provoca mais vítimas do que o vírus Ébola.

     

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